22 de julho de 2025

5 sinais discretos que indicam que você pode estar perdendo a audição

Muitos imaginam a perda auditiva como algo repentino mas, na maioria das vezes, ela aparece devagar, quase despercebida. Esse declínio silencioso pode prejudicar a qualidade de vida, pois o esforço para ouvir aumenta, a socialização diminui e, com o tempo, a transformação emocional se intensifica.

Especialistas alertam que, ao notar sinais sutis, mas frequentes, é hora de procurar um diagnóstico. Abaixo estão os 5 sinais discretos que merecem atenção:

1. Dificuldade para entender em ambientes com ruído

Muitos notam que o cérebro “desliga” em lugares movimentados como restaurantes, casas de família e shoppings, onde a compreensão da fala fica difícil. Esse sintoma é típico da perda auditiva em frequências altas, que dificulta a distinção de consoantes como "s" e "f" .

2. Volume elevado na TV e celular

Pesquisas da Harvard Health e Berkeley Hearing Center apontam também um comportamento que deve receber atenção: o aumento do volume muito acima do que os demais consideram confortável, este é um sinal frequente de compensação auditiva.

3. Fadiga mental após tentativas de escuta

A escuta exige esforço cognitivo quando a capacidade auditiva está reduzida. Estudos, como o publicado no JAMA Otolaryngology, mostram que o esforço constante pode gerar fadiga e exaustão mental.



4. Você escuta, mas não entende claramente

É comum ouvir a voz, mas as palavras saírem “embaçadas”. Isso ocorre porque os tons agudos, fundamentais para compreensão de fala, são os primeiros a serem prejudicados .

5. Evitar eventos sociais ou “fingir que entendeu”

O “social bluffing” (sorrir e concordar sem entender) é comum em quem tem perdas auditivas incipientes, mas é um comportamento que favorece o isolamento social e impacta diretamente o bem-estar emocional.

Por que esses sinais merecem atenção agora?

  • A perda auditiva leve pode dobrar o risco de sofrimento emocional, como ansiedade ou depressão, e agravar o declínio cognitivo com o tempo .

Diagnóstico tardio significa que a pessoa só procura ajuda quando o desgaste emocional e relacional já está num estágio avançado.

O que a Auris oferece para ajudar

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Por Gabriella Bueno 28 de janeiro de 2026
O ambiente pode ajudar ou atrapalhar a ouvir bem Muitas dificuldades de comunicação não têm nada a ver apenas com a perda auditiva: elas têm relação com o ambiente. Mesmo pessoas sem perda podem sofrer em locais com: eco, reverberação, ruídos constantes, poucos materiais acústicos. Para quem tem perda auditiva, essas condições se tornam ainda mais desafiadoras. Criar um ambiente “auditivamente amigável” é, antes de tudo, criar um ambiente de inclusão, onde todos conseguem participar da conversa com conforto. Por que alguns ambientes são tão ruins para ouvir? Ambientes hostis auditivamente costumam ter: superfícies duras (vidro, piso frio, paredes lisas) que refletem som; pouco isolamento acústico; ruídos externos constantes; máquinas, ventiladores, impressoras ou ar-condicionado barulhento; disposição de móveis que não favorece a comunicação. O resultado é simples: o som se mistura, se espalha e dificulta a compreensão da fala. Isso aumenta o esforço cognitivo e pode gerar cansaço, irritação e perda de foco, tanto em casa quanto no trabalho. Como criar um ambiente auditivamente amigável em casa Pequenas mudanças fazem grande diferença: 1- Use materiais que absorvem o som Tapetes, cortinas grossas, almofadas e estantes de livros reduzem eco e reverberação. 2- Evite superfícies totalmente lisas Mesas de madeira, paredes com quadros e móveis estofados ajudam a equilibrar o ambiente sonoro. 3- Organize a disposição dos móveis Coloque poltronas e sofás de forma a permitir que todos se vejam, isso facilita leitura labial e pistas visuais. 4- Diminua ruídos domésticos Fechar portas durante conversas, desligar a TV ao conversar e evitar múltiplos sons simultâneos ajudam muito. 5- Prefira iluminação boa A comunicação não é só auditiva, é visual também. Boa luz ajuda a “complementar” a compreensão. Como melhorar o ambiente de trabalho Ambientes corporativos são grandes vilões auditivos, mas podem ser ajustados: 1- Evite salas totalmente abertas Ambientes open office são ótimos para interação, mas péssimos para acústica. Use divisórias ou ilhas de silêncio. 2- Escolha salas com menos eco para reuniões Salas com cortinas, tapetes ou painéis acústicos são mais confortáveis. 3- Garanta boa iluminação Facilita leitura labial e expressões faciais. 4-Tenha políticas de “ruído consciente” Fechar portas de salas barulhentas, reduzir volume de equipamentos e delimitar áreas silenciosas. 5- Use microfones em reuniões grandes Isso inclui encontros online. Todos ganham clareza, especialmente quem tem perda auditiva. Por que isso importa? Ambientes auditivamente amigáveis: reduzem esforço auditivo, diminuem fadiga mental, melhoram foco e produtividade, aumentam inclusão, diminuem ansiedade em conversas, favorecem pessoas com e sem perda auditiva. Ou seja: ouvir bem não é só uma questão individual, também é uma questão de ambiente. E como a Auris entra nisso? Na Auris, a equipe orienta cada paciente não apenas sobre aparelhos, mas sobre como na adaptação em condições reais para compreender melhor a fala, em casa, no trabalho e na vida social. Os aparelhos auditivos fazem parte da solução, mas o ambiente e o contexto também influenciam profundamente no dia a dia. Com um acompanhamento atento, ajustes personalizados e orientações práticas, a Auris ajuda o paciente a construir espaços mais acolhedores para o som e, consequentemente, para as relações.
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