Jaque Amblard • 6 de março de 2026

Mulheres que inspiram: autonomia, segurança e representatividade na saúde auditiva



Quando falamos em saúde auditiva, ainda existe a ideia de que o uso do aparelho auditivo é algo que precisa ser escondido. Para muitas mulheres, isso vem acompanhado de inseguranças, medo do julgamento e até da sensação de que perder a audição é sinônimo de perder autonomia.

Mas a realidade está mudando e a representatividade tem um papel fundamental nesse processo.

Hoje, mulheres conhecidas mundialmente já falam abertamente sobre suas dificuldades auditivas e sobre o uso de aparelhos. E esse movimento é importante não apenas por visibilidade, mas porque ajuda outras mulheres a se reconhecerem, se sentirem seguras e buscarem ajuda mais cedo.

Mulheres conhecidas que convivem com a perda auditiva

Alguns exemplos ajudam a quebrar estigmas e aproximar o tema da vida real:

  • Whoopi Goldberg, atriz e apresentadora, já falou publicamente sobre sua perda auditiva relacionada à exposição a ruídos ao longo da carreira.

  • Halle Berry, atriz vencedora do Oscar, relatou ter perda auditiva unilateral após um episódio de violência doméstica.

  • Marlee Matlin, atriz e ativista, é surda desde a infância e se tornou uma das principais referências mundiais na defesa da inclusão e acessibilidade.

Mais do que a fama, o que essas histórias mostram é que a perda auditiva não define capacidade, inteligência, independência ou força.

Ela apenas exige cuidado, acompanhamento e escolhas conscientes.

Por que a representatividade importa tanto?

Muitas mulheres chegam à clínica com uma queixa que vai além da audição:

“Eu não quero que percebam.”
“Tenho medo de parecer frágil.”
“Não quero parecer mais velha.”

Ver outras mulheres ocupando espaços, trabalhando, se comunicando e vivendo plenamente usando tecnologia auditiva muda completamente essa percepção.

A identificação cria um efeito muito poderoso:

  • reduz o medo do julgamento,
  • aumenta a aceitação do processo,
  • fortalece a autoestima durante a reabilitação.

A saúde auditiva também é uma questão de identidade.

Audição, autonomia e segurança caminham juntas

Ouvir bem não está relacionado apenas ao conforto. Para muitas mulheres, a audição tem ligação direta com:

  • sensação de segurança em ambientes públicos,
  • percepção de alertas sonoros (trânsito, alarmes, chamadas),
  • participação ativa no trabalho,
  • autonomia em deslocamentos,
  • confiança na comunicação.

Quando a audição começa a falhar, pequenas situações passam a gerar insegurança:
não entender um aviso, não perceber alguém se aproximando, evitar reuniões ou ambientes mais movimentados.

Recuperar a capacidade de ouvir é, muitas vezes, recuperar a sensação de controle sobre a própria rotina.

O impacto silencioso da dificuldade auditiva na vida da mulher

É comum que a mulher seja a principal mediadora da comunicação dentro da família, no trabalho e nos cuidados com outras pessoas.

Quando existe uma dificuldade auditiva não acompanhada, surgem consequências que nem sempre são percebidas de imediato:

  • cansaço excessivo após conversas,
  • sobrecarga mental,
  • irritabilidade,
  • sensação de isolamento,
  • diminuição da participação social.

Aos poucos, a mulher vai se afastando de situações que antes eram naturais.

E esse afastamento não acontece por falta de vontade, acontece por falta de escuta.

Cuidar da audição também é um ato de autocuidado

No mês em que celebramos o Dia da Mulher, é importante ampliar o significado do autocuidado.

Ele não está apenas relacionado a exames de rotina ou estética, está, principalmente, em manter a qualidade de vida, a autonomia e a presença ativa nas próprias escolhas.

Buscar avaliação, acompanhamento e orientação profissional quando surgem sinais de dificuldade auditiva é uma forma concreta de preservar:

  • independência,
  • autoestima,
  • segurança,
  • bem-estar emocional.

Na Auris, cada mulher é ouvida 

Na Auris, o atendimento parte de uma escuta clínica e humana. Cada mulher chega com uma história diferente, uma rotina diferente, uma forma diferente de se relacionar com o som.

A equipe considera:

  • contexto profissional,
  • rotina familiar,
  • ambientes frequentados,
  • expectativas e inseguranças,
  • tempo de adaptação de cada pessoa.

Porque a reabilitação auditiva não é apenas devolver sons. É devolver presença, participação e confiança. Neste Dia da Mulher, que a saúde auditiva também seja parte da conversa sobre autonomia e cuidado com si mesma.



15 de junho de 2026
Quem convive com zumbido sabe que ele nem sempre se comporta da mesma forma. Em alguns momentos, o som parece quase imperceptível. Em outros, pode ficar mais intenso, mais presente e até mais incômodo. Essa variação é bastante comum e pode estar relacionada a diferentes fatores do dia a dia. O zumbido não é uma doença em si, mas um sintoma que pode ter diversas causas e características. Por isso, entender o que influencia sua percepção ajuda a observar padrões e buscar orientação adequada quando necessário.  Por que o zumbido parece mudar? O zumbido é percebido pelo cérebro de maneira muito individual. Isso significa que fatores físicos, emocionais e ambientais podem alterar a forma como ele é sentido ao longo do dia. Algumas pessoas relatam perceber o zumbido mais forte à noite. Outras notam piora em momentos de estresse, cansaço ou após exposição a ambientes muito barulhentos. Essas oscilações fazem parte da experiência de muitos pacientes e não significam necessariamente que o quadro piorou de forma definitiva. O silêncio costuma aumentar a percepção Um dos motivos mais comuns para o zumbido parecer mais intenso à noite é o silêncio. Durante o dia, o cérebro recebe inúmeros estímulos sonoros do ambiente: conversas, trânsito, televisão, música, sons da rotina. Esses estímulos ajudam a “mascarar” o zumbido. Quando o ambiente fica silencioso, o cérebro passa a perceber mais facilmente o som interno. É por isso que muitas pessoas relatam dificuldade para dormir ou sensação de que o zumbido “aumenta” quando vão se deitar. Estresse e cansaço também podem influenciar Muitas pessoas percebem aumento do zumbido em períodos de: ansiedade, noites mal dormidas, excesso de trabalho, sobrecarga emocional. Isso acontece porque o cérebro e o sistema auditivo estão diretamente conectados ao estado geral do organismo. Quanto maior o nível de tensão física e mental, maior pode ser a percepção do zumbido. Além disso, o cansaço reduz a capacidade do cérebro de “ignorar” determinados estímulos sonoros, fazendo com que o sintoma pareça mais evidente. Exposição ao ruído merece atenção Ambientes muito barulhentos também podem intensificar temporariamente o sintoma. Shows, trânsito intenso, ferramentas ruidosas ou uso inadequado de fones de ouvido são exemplos de situações que podem aumentar a percepção auditiva do desconforto. Em alguns casos, após longos períodos de exposição ao som intenso, o zumbido pode aparecer de forma temporária ou se tornar mais perceptível. Por isso, proteger a audição ao longo da rotina é uma medida importante para a saúde auditiva. Hábitos do dia a dia também podem interferir Algumas pessoas percebem mudanças no zumbido relacionadas a: qualidade do sono, alimentação, excesso de cafeína, períodos de maior tensão emocional. Cada organismo responde de forma diferente, por isso é importante observar padrões individuais e perceber em quais momentos o sintoma se intensifica. Nem todo zumbido é igual Algumas pessoas descrevem o zumbido como: chiado, apito, pressão, som contínuo, pulsação. A intensidade e a frequência também variam bastante de uma pessoa para outra. Justamente por isso, o acompanhamento profissional é importante para investigar cada caso de maneira individualizada. Quando procurar avaliação médica? Se o zumbido é frequente, persistente ou começa a impactar o sono, a concentração e a qualidade de vida, o ideal é procurar um médico especialista. Somente a avaliação médica pode investigar possíveis causas e indicar a melhor conduta para cada situação. O cuidado também envolve acolhimento Na Auris, o acompanhamento busca compreender não apenas o sintoma, mas também como ele impacta a rotina e o bem-estar do paciente. O cuidado humanizado considera: hábitos do dia a dia, percepção individual do desconforto, rotina de sono, ambientes frequentados, qualidade de vida. Cada experiência auditiva é única — e merece atenção individualizada. Informação que ajuda, mas não substitui avaliação médica Este conteúdo tem caráter informativo e educativo. Ele não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação médica. Cada pessoa possui uma condição de saúde, histórico e necessidades diferentes. Por isso, sempre que houver dúvidas, sintomas ou suspeita de qualquer alteração auditiva, é fundamental procurar um médico de sua confiança para uma avaliação individualizada.
Por Jaque Amblard 1 de junho de 2026
Nem sempre a perda auditiva começa de forma evidente. Na maioria das vezes, os sinais aparecem de maneira sutil, em pequenas situações do cotidiano que acabam sendo atribuídas ao cansaço, distração ou até ao hábito das pessoas “falarem baixo”. É comum que a dificuldade auditiva se manifeste primeiro na comunicação, especialmente em ambientes com mais ruído ou em conversas rápidas do dia a dia. E justamente por serem situações aparentemente simples, muitas pessoas demoram para perceber que a audição pode estar envolvida. O problema é que, quando esses sinais são ignorados por muito tempo, a comunicação começa a exigir cada vez mais esforço. Aos poucos, aquilo que antes era natural passa a gerar cansaço, insegurança e até afastamento social. Quando a comunicação começa a exigir mais esforço Você provavelmente já ouviu alguém dizer frases como: “Pode repetir?” “Não entendi direito.” “Achei que você tinha falado outra coisa.” Esses episódios isolados podem acontecer com qualquer pessoa. Mas quando começam a se tornar frequentes, vale a pena prestar atenção. Muitas vezes, a pessoa continua ouvindo sons normalmente, mas passa a ter dificuldade para compreender partes da fala, principalmente consoantes e sons mais agudos, responsáveis pela clareza das palavras. É por isso que a sensação costuma ser: “Eu escuto, mas não entendo.” Esse é um dos relatos mais comuns de quem começa a apresentar alterações auditivas leves ou moderadas. Pequenos comportamentos que merecem atenção A dificuldade auditiva raramente aparece de uma única vez. Em muitos casos, ela vai mudando hábitos de forma gradual. A televisão começa a ficar mais alta Um dos sinais mais clássicos é aumentar o volume da TV ou do celular sem perceber. Em muitos casos, familiares notam antes da própria pessoa. Isso acontece porque o cérebro começa a precisar de mais intensidade sonora para compreender detalhes da fala, especialmente em diálogos rápidos ou com música ao fundo. Conversas em grupo ficam cansativas Ambientes com muitas pessoas falando ao mesmo tempo exigem mais do processamento auditivo. Por isso, é comum que a pessoa: tenha dificuldade para acompanhar o assunto, perca partes da conversa, se canse mentalmente mais rápido, prefira ouvir menos e falar menos. Com o tempo, algumas pessoas começam até a evitar encontros sociais sem perceber que a audição pode estar relacionada a esse desconforto. Restaurantes e ambientes movimentados passam a incomodar Locais com ruído de fundo costumam ser um dos maiores desafios para quem apresenta dificuldade auditiva. Mesmo ouvindo o volume da voz, o cérebro encontra dificuldade para separar a fala principal dos sons do ambiente. Isso faz com que a comunicação exija esforço constante, aumentando a sensação de fadiga ao longo do encontro. Responder errado também pode ser um sinal Outro ponto muito comum é responder algo diferente do que foi perguntado. Isso não acontece por falta de atenção, mas porque partes da fala deixam de ser percebidas corretamente. O cérebro então tenta “completar” a informação automaticamente, e nem sempre interpreta da forma correta. Esses pequenos desencontros podem gerar: frustração, constrangimento, irritação, sensação de desconexão nas conversas. Em muitos relacionamentos, isso acaba sendo confundido com distração ou desinteresse, quando na verdade pode existir uma dificuldade auditiva envolvida. O esforço auditivo também cansa o cérebro Pouca gente percebe, mas ouvir exige atividade cerebral intensa. Quando a audição começa a falhar, o cérebro precisa trabalhar mais para interpretar sons e preencher lacunas da conversa. Esse processo recebe o nome de esforço auditivo. Na prática, isso pode causar: cansaço mental, dificuldade de concentração, irritabilidade, sensação de esgotamento após reuniões ou conversas longas. Por isso, muitas pessoas relatam que “ouvir ficou cansativo”. A audição também impacta os relacionamentos A comunicação é uma das bases dos relacionamentos afetivos, familiares e profissionais. Quando ouvir começa a exigir mais esforço, a pessoa pode: participar menos das conversas, evitar ambientes sociais, se sentir insegura para interagir, perder detalhes importantes do dia a dia. Muitas vezes, o afastamento acontece de forma silenciosa e gradual. Por isso, perceber esses sinais precocemente pode fazer diferença não apenas na audição, mas também na qualidade de vida e na conexão com as pessoas ao redor. Nem toda dificuldade de comunicação significa perda auditiva É importante lembrar que apenas um médico pode avaliar e diagnosticar alterações auditivas. Existem diferentes fatores que podem influenciar a compreensão da fala, e cada caso precisa ser analisado individualmente. Por isso, quando os sinais começam a se repetir, o mais indicado é procurar orientação médica para uma avaliação adequada. O cuidado começa pela escuta Na Auris, o acompanhamento auditivo é feito de forma individual e humanizada, considerando não apenas exames, mas também as dificuldades reais vividas no cotidiano. Entender como a comunicação impacta a rotina, os relacionamentos e o bem-estar faz parte de um cuidado mais completo e acolhedor. Informação que ajuda, mas não substitui avaliação médica Este conteúdo tem caráter informativo e educativo. Ele não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação médica. Cada pessoa possui uma condição de saúde, histórico e necessidades diferentes. Por isso, sempre que houver dúvidas, sintomas ou suspeita de qualquer alteração auditiva, é fundamental procurar um médico de sua confiança para uma avaliação individualizada.
19 de maio de 2026
Para quem trabalha com música, o som não é apenas entretenimento, é ferramenta de trabalho. No palco, no estúdio ou até em ensaios, cada detalhe importa: a clareza da voz, a definição dos instrumentos, o equilíbrio entre frequências. É nesse contexto que entram os fones in-ear profissionais, como os da Xtreme Ears. Diferente dos fones comuns do dia a dia, esses equipamentos são desenvolvidos para entregar precisão, isolamento e fidelidade sonora, atendendo às exigências de músicos e profissionais do áudio. O que são fones in-ear profissionais? Os chamados IEMs (In Ear Monitors) são fones utilizados principalmente para retorno de palco e monitoramento de áudio. Eles permitem que o músico escute com clareza tudo o que precisa: sua própria voz, instrumentos e mixagem, mesmo em ambientes com alto volume. Ao contrário de fones convencionais, esses modelos são projetados para oferecer: maior definição sonora isolamento de ruído externo estabilidade durante o uso reprodução fiel de frequências O diferencial dos fones moldados Um dos grandes diferenciais dos fones da Xtreme é a possibilidade de serem moldados sob medida para o ouvido do usuário. Esse processo é feito a partir de um molde individual, garantindo: encaixe perfeito conforto prolongado vedação acústica superior menor interferência de ruídos externos Esse tipo de construção permite que o som seja direcionado com mais precisão para o canal auditivo, melhorando a percepção de detalhes importantes da música . Precisão sonora para quem precisa ouvir cada detalhe Em ambientes profissionais, ouvir “alto” não é suficiente, é preciso ouvir com qualidade. Os modelos da Xtreme são desenvolvidos com tecnologias que priorizam: equilíbrio entre graves, médios e agudos clareza vocal e instrumental definição em diferentes camadas da música resposta precisa em todas as frequências Alguns modelos mais avançados utilizam múltiplos drivers internos para distribuir melhor o som e garantir maior fidelidade sonora . Isolamento que melhora a performance (e protege a audição) Outro ponto importante é o isolamento acústico. Ao reduzir o som externo, o músico não precisa aumentar excessivamente o volume para se ouvir, o que contribui para: maior conforto durante apresentações melhor controle da performance preservação da saúde auditiva Esse é um ponto essencial para quem passa horas exposto a ambientes ruidosos, como palcos e estúdios. Um equipamento pensado para rotina profissional Os fones in-ear profissionais não são apenas sobre som, são sobre consistência e confiança. Por isso, são amplamente utilizados por artistas e profissionais que precisam de estabilidade em cada apresentação. A própria Xtreme é referência nesse segmento no Brasil, sendo utilizada por diversos músicos e cantores reconhecidos . A Auris ampliando sua atuação no cuidado auditivo A relação entre som, tecnologia e saúde auditiva é direta, especialmente para quem trabalha com música. Ao trazer os fones da Xtreme para seu portfólio, a Auris amplia seu cuidado para além da reabilitação auditiva, passando também a atuar na prevenção e na qualidade da escuta. Isso significa oferecer não apenas produtos, mas também: orientação profissional acompanhamento adequado suporte na escolha do modelo ideal Ouvir bem também é trabalhar melhor Para músicos e profissionais do áudio, ouvir bem impacta diretamente a performance, a segurança e a qualidade do trabalho. Investir em equipamentos adequados não é apenas uma escolha técnica, é uma forma de cuidar da própria carreira e da saúde auditiva ao longo do tempo. Agende seu teste com essa novidade da Auris!
Por Jaque Amblard 6 de maio de 2026
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Por Jaque Amblard 15 de abril de 2026
Quando se fala em aparelhos auditivos, é comum imaginar que basta colocá-los e imediatamente voltar a ouvir tudo com naturalidade. Na prática, o processo costuma ser mais complexo e personalizado. A adaptação auditiva envolve não apenas tecnologia, mas também o funcionamento do cérebro, o histórico de audição de cada pessoa e as necessidades do cotidiano. Por isso, dois pacientes com perdas auditivas semelhantes podem ter experiências de adaptação bastante diferentes. Entender essa individualidade ajuda a construir expectativas mais realistas e a valorizar o processo de acompanhamento. 
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