Jaque Amblard • 21 de outubro de 2026

5 sinais de que a audição do seu filho merece atenção

Nem sempre uma criança consegue dizer que está com dificuldade para ouvir. Muitas vezes, ela simplesmente se adapta: pede para repetir, aumenta o volume da televisão, observa mais o rosto de quem está falando ou parece não prestar atenção quando é chamada.

Por isso, alguns sinais de alteração auditiva podem ser confundidos com distração, desobediência ou até mesmo uma fase do desenvolvimento.

Isso não significa que todo comportamento desse tipo indique uma perda auditiva. Mas, quando esses sinais aparecem com frequência ou começam a interferir na comunicação e na rotina, vale conversar com um profissional de saúde e investigar.

1. Seu filho pede para repetir muitas vezes

“Como?”, “o quê?” e “fala de novo” podem fazer parte de qualquer conversa com uma criança. O sinal de atenção está na frequência com que isso acontece.

Quando a criança parece ouvir em alguns momentos, mas tem dificuldade para entender o que foi dito em outras situações, principalmente quando há outras pessoas falando ou algum ruído no ambiente, pode ser importante observar mais de perto.

Nem sempre a dificuldade está em ouvir um som. Em algumas situações, a criança pode até perceber que alguém falou, mas não conseguir compreender claramente a mensagem.

2. Ele não responde quando é chamado

Uma criança que não responde ao próprio nome pode simplesmente estar concentrada em uma brincadeira, assistindo a um desenho ou envolvida em alguma atividade.

Mas é importante perceber se isso acontece repetidamente e em diferentes situações.

Também vale observar se a resposta muda dependendo da distância, do ambiente ou da forma como a criança é chamada. Se ela responde quando vê quem está falando, mas frequentemente não reage quando é chamada de costas, por exemplo, esse comportamento merece atenção.

3. O volume da TV ou dos dispositivos está sempre muito alto

Toda família tem aquela criança que gosta de aumentar o volume. Isoladamente, isso não diz muita coisa.

Porém, quando o volume permanece frequentemente mais alto do que o das outras pessoas da casa ou quando a criança parece precisar de mais intensidade sonora para acompanhar programas, vídeos ou jogos, é interessante observar o comportamento ao longo do tempo.

Mais importante do que comparar o volume com um número específico é perceber uma mudança em relação ao padrão habitual da criança.

4. Ele tem dificuldade para entender quando há barulho

Esse é um sinal que pode passar bastante despercebido.

Em um ambiente silencioso, a criança pode acompanhar uma conversa normalmente. Já em uma sala de aula, no recreio, em uma festa ou em uma reunião com várias pessoas falando, pode começar a demonstrar mais dificuldade para entender o que está sendo dito.

Ela pode pedir que repitam, observar mais atentamente o rosto de quem fala ou simplesmente deixar de participar da conversa.

A capacidade de compreender a fala depende não apenas de perceber os sons, mas também de conseguir identificar e organizar aquilo que está sendo ouvido, especialmente em ambientes mais complexos.

5. Existem dificuldades relacionadas à fala e à linguagem

A audição tem participação importante no desenvolvimento da comunicação. Por isso, alterações na forma como a criança percebe os sons podem, em alguns casos, estar relacionadas a dificuldades para desenvolver ou reproduzir determinados sons da fala.

Isso não significa que uma dificuldade de fala seja necessariamente causada por uma alteração auditiva. Existem diversas razões para uma criança apresentar dificuldades de linguagem ou articulação.

Mas, diante de uma preocupação com o desenvolvimento da comunicação, investigar também a audição pode fazer parte de uma avaliação adequada.

Um sinal isolado não conta toda a história

É importante não transformar esses comportamentos em um checklist de diagnóstico.

Uma criança pode pedir para repetir porque estava distraída. Pode aumentar o volume da televisão porque gosta de ouvir mais alto. Pode não responder quando é chamada porque estava concentrada em uma brincadeira.

O que merece atenção é a frequência, a repetição e o contexto desses comportamentos.

Também é possível que uma criança tenha dificuldade auditiva e ainda assim consiga acompanhar boa parte das situações do cotidiano. O cérebro encontra maneiras de utilizar pistas visuais, contexto e outras informações para ajudar na compreensão.

Por isso, perceber que algo mudou na rotina da criança é um bom motivo para conversar com um profissional, mesmo quando não existe uma queixa clara de “não estou ouvindo”.

E quando procurar ajuda?

Se familiares, professores ou outros adultos que convivem com a criança perceberem comportamentos persistentes relacionados à audição, o ideal é buscar uma avaliação individualizada.

O profissional poderá entender o histórico da criança, suas características de desenvolvimento e, quando necessário, indicar os exames adequados para investigar como ela está ouvindo.

Quanto mais cedo uma possível alteração for identificada, mais cedo a família poderá entender o que está acontecendo e receber as orientações necessárias.

Mais do que esperar a criança dizer que não está ouvindo bem, vale prestar atenção naquilo que ela demonstra no dia a dia.

Porque, muitas vezes, a criança não sabe explicar que está ouvindo diferente. Ela apenas encontra uma maneira diferente de participar do mundo ao redor.

Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educativo e não substitui uma avaliação individualizada. Os sinais apresentados não significam, isoladamente, que a criança tenha perda auditiva. Em caso de dúvida ou preocupação com a audição, fala ou desenvolvimento da criança, procure um médico, como o otorrinolaringologista, para avaliação adequada.

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Quem convive com zumbido sabe que ele nem sempre se comporta da mesma forma. Em alguns momentos, o som parece quase imperceptível. Em outros, pode ficar mais intenso, mais presente e até mais incômodo. Essa variação é bastante comum e pode estar relacionada a diferentes fatores do dia a dia. O zumbido não é uma doença em si, mas um sintoma que pode ter diversas causas e características. Por isso, entender o que influencia sua percepção ajuda a observar padrões e buscar orientação adequada quando necessário.  Por que o zumbido parece mudar? O zumbido é percebido pelo cérebro de maneira muito individual. Isso significa que fatores físicos, emocionais e ambientais podem alterar a forma como ele é sentido ao longo do dia. Algumas pessoas relatam perceber o zumbido mais forte à noite. Outras notam piora em momentos de estresse, cansaço ou após exposição a ambientes muito barulhentos. Essas oscilações fazem parte da experiência de muitos pacientes e não significam necessariamente que o quadro piorou de forma definitiva. O silêncio costuma aumentar a percepção Um dos motivos mais comuns para o zumbido parecer mais intenso à noite é o silêncio. Durante o dia, o cérebro recebe inúmeros estímulos sonoros do ambiente: conversas, trânsito, televisão, música, sons da rotina. Esses estímulos ajudam a “mascarar” o zumbido. Quando o ambiente fica silencioso, o cérebro passa a perceber mais facilmente o som interno. É por isso que muitas pessoas relatam dificuldade para dormir ou sensação de que o zumbido “aumenta” quando vão se deitar. Estresse e cansaço também podem influenciar Muitas pessoas percebem aumento do zumbido em períodos de: ansiedade, noites mal dormidas, excesso de trabalho, sobrecarga emocional. Isso acontece porque o cérebro e o sistema auditivo estão diretamente conectados ao estado geral do organismo. Quanto maior o nível de tensão física e mental, maior pode ser a percepção do zumbido. Além disso, o cansaço reduz a capacidade do cérebro de “ignorar” determinados estímulos sonoros, fazendo com que o sintoma pareça mais evidente. Exposição ao ruído merece atenção Ambientes muito barulhentos também podem intensificar temporariamente o sintoma. Shows, trânsito intenso, ferramentas ruidosas ou uso inadequado de fones de ouvido são exemplos de situações que podem aumentar a percepção auditiva do desconforto. Em alguns casos, após longos períodos de exposição ao som intenso, o zumbido pode aparecer de forma temporária ou se tornar mais perceptível. Por isso, proteger a audição ao longo da rotina é uma medida importante para a saúde auditiva. Hábitos do dia a dia também podem interferir Algumas pessoas percebem mudanças no zumbido relacionadas a: qualidade do sono, alimentação, excesso de cafeína, períodos de maior tensão emocional. Cada organismo responde de forma diferente, por isso é importante observar padrões individuais e perceber em quais momentos o sintoma se intensifica. Nem todo zumbido é igual Algumas pessoas descrevem o zumbido como: chiado, apito, pressão, som contínuo, pulsação. A intensidade e a frequência também variam bastante de uma pessoa para outra. Justamente por isso, o acompanhamento profissional é importante para investigar cada caso de maneira individualizada. Quando procurar avaliação médica? Se o zumbido é frequente, persistente ou começa a impactar o sono, a concentração e a qualidade de vida, o ideal é procurar um médico especialista. Somente a avaliação médica pode investigar possíveis causas e indicar a melhor conduta para cada situação. O cuidado também envolve acolhimento Na Auris, o acompanhamento busca compreender não apenas o sintoma, mas também como ele impacta a rotina e o bem-estar do paciente. O cuidado humanizado considera: hábitos do dia a dia, percepção individual do desconforto, rotina de sono, ambientes frequentados, qualidade de vida. Cada experiência auditiva é única — e merece atenção individualizada. Informação que ajuda, mas não substitui avaliação médica Este conteúdo tem caráter informativo e educativo. Ele não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação médica. Cada pessoa possui uma condição de saúde, histórico e necessidades diferentes. Por isso, sempre que houver dúvidas, sintomas ou suspeita de qualquer alteração auditiva, é fundamental procurar um médico de sua confiança para uma avaliação individualizada.
Por Jaque Amblard • 1 de junho de 2026
Nem sempre a perda auditiva começa de forma evidente. Na maioria das vezes, os sinais aparecem de maneira sutil, em pequenas situações do cotidiano que acabam sendo atribuídas ao cansaço, distração ou até ao hábito das pessoas “falarem baixo”. É comum que a dificuldade auditiva se manifeste primeiro na comunicação, especialmente em ambientes com mais ruído ou em conversas rápidas do dia a dia. E justamente por serem situações aparentemente simples, muitas pessoas demoram para perceber que a audição pode estar envolvida. O problema é que, quando esses sinais são ignorados por muito tempo, a comunicação começa a exigir cada vez mais esforço. Aos poucos, aquilo que antes era natural passa a gerar cansaço, insegurança e até afastamento social. Quando a comunicação começa a exigir mais esforço Você provavelmente já ouviu alguém dizer frases como: “Pode repetir?” “Não entendi direito.” “Achei que você tinha falado outra coisa.” Esses episódios isolados podem acontecer com qualquer pessoa. Mas quando começam a se tornar frequentes, vale a pena prestar atenção. Muitas vezes, a pessoa continua ouvindo sons normalmente, mas passa a ter dificuldade para compreender partes da fala, principalmente consoantes e sons mais agudos, responsáveis pela clareza das palavras. É por isso que a sensação costuma ser: “Eu escuto, mas não entendo.” Esse é um dos relatos mais comuns de quem começa a apresentar alterações auditivas leves ou moderadas. Pequenos comportamentos que merecem atenção A dificuldade auditiva raramente aparece de uma única vez. Em muitos casos, ela vai mudando hábitos de forma gradual. A televisão começa a ficar mais alta Um dos sinais mais clássicos é aumentar o volume da TV ou do celular sem perceber. Em muitos casos, familiares notam antes da própria pessoa. Isso acontece porque o cérebro começa a precisar de mais intensidade sonora para compreender detalhes da fala, especialmente em diálogos rápidos ou com música ao fundo. Conversas em grupo ficam cansativas Ambientes com muitas pessoas falando ao mesmo tempo exigem mais do processamento auditivo. Por isso, é comum que a pessoa: tenha dificuldade para acompanhar o assunto, perca partes da conversa, se canse mentalmente mais rápido, prefira ouvir menos e falar menos. Com o tempo, algumas pessoas começam até a evitar encontros sociais sem perceber que a audição pode estar relacionada a esse desconforto. Restaurantes e ambientes movimentados passam a incomodar Locais com ruído de fundo costumam ser um dos maiores desafios para quem apresenta dificuldade auditiva. Mesmo ouvindo o volume da voz, o cérebro encontra dificuldade para separar a fala principal dos sons do ambiente. Isso faz com que a comunicação exija esforço constante, aumentando a sensação de fadiga ao longo do encontro. Responder errado também pode ser um sinal Outro ponto muito comum é responder algo diferente do que foi perguntado. Isso não acontece por falta de atenção, mas porque partes da fala deixam de ser percebidas corretamente. O cérebro então tenta “completar” a informação automaticamente, e nem sempre interpreta da forma correta. Esses pequenos desencontros podem gerar: frustração, constrangimento, irritação, sensação de desconexão nas conversas. Em muitos relacionamentos, isso acaba sendo confundido com distração ou desinteresse, quando na verdade pode existir uma dificuldade auditiva envolvida. O esforço auditivo também cansa o cérebro Pouca gente percebe, mas ouvir exige atividade cerebral intensa. Quando a audição começa a falhar, o cérebro precisa trabalhar mais para interpretar sons e preencher lacunas da conversa. Esse processo recebe o nome de esforço auditivo. Na prática, isso pode causar: cansaço mental, dificuldade de concentração, irritabilidade, sensação de esgotamento após reuniões ou conversas longas. Por isso, muitas pessoas relatam que “ouvir ficou cansativo”. A audição também impacta os relacionamentos A comunicação é uma das bases dos relacionamentos afetivos, familiares e profissionais. Quando ouvir começa a exigir mais esforço, a pessoa pode: participar menos das conversas, evitar ambientes sociais, se sentir insegura para interagir, perder detalhes importantes do dia a dia. Muitas vezes, o afastamento acontece de forma silenciosa e gradual. Por isso, perceber esses sinais precocemente pode fazer diferença não apenas na audição, mas também na qualidade de vida e na conexão com as pessoas ao redor. Nem toda dificuldade de comunicação significa perda auditiva É importante lembrar que apenas um médico pode avaliar e diagnosticar alterações auditivas. Existem diferentes fatores que podem influenciar a compreensão da fala, e cada caso precisa ser analisado individualmente. Por isso, quando os sinais começam a se repetir, o mais indicado é procurar orientação médica para uma avaliação adequada. O cuidado começa pela escuta Na Auris, o acompanhamento auditivo é feito de forma individual e humanizada, considerando não apenas exames, mas também as dificuldades reais vividas no cotidiano. Entender como a comunicação impacta a rotina, os relacionamentos e o bem-estar faz parte de um cuidado mais completo e acolhedor. Informação que ajuda, mas não substitui avaliação médica Este conteúdo tem caráter informativo e educativo. Ele não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação médica. Cada pessoa possui uma condição de saúde, histórico e necessidades diferentes. Por isso, sempre que houver dúvidas, sintomas ou suspeita de qualquer alteração auditiva, é fundamental procurar um médico de sua confiança para uma avaliação individualizada.
19 de maio de 2026
Para quem trabalha com música, o som não é apenas entretenimento, é ferramenta de trabalho. No palco, no estúdio ou até em ensaios, cada detalhe importa: a clareza da voz, a definição dos instrumentos, o equilíbrio entre frequências. É nesse contexto que entram os fones in-ear profissionais, como os da Xtreme Ears. Diferente dos fones comuns do dia a dia, esses equipamentos são desenvolvidos para entregar precisão, isolamento e fidelidade sonora, atendendo às exigências de músicos e profissionais do áudio. O que são fones in-ear profissionais? Os chamados IEMs (In Ear Monitors) são fones utilizados principalmente para retorno de palco e monitoramento de áudio. Eles permitem que o músico escute com clareza tudo o que precisa: sua própria voz, instrumentos e mixagem, mesmo em ambientes com alto volume. Ao contrário de fones convencionais, esses modelos são projetados para oferecer: maior definição sonora isolamento de ruído externo estabilidade durante o uso reprodução fiel de frequências O diferencial dos fones moldados Um dos grandes diferenciais dos fones da Xtreme é a possibilidade de serem moldados sob medida para o ouvido do usuário. Esse processo é feito a partir de um molde individual, garantindo: encaixe perfeito conforto prolongado vedação acústica superior menor interferência de ruídos externos Esse tipo de construção permite que o som seja direcionado com mais precisão para o canal auditivo, melhorando a percepção de detalhes importantes da música . Precisão sonora para quem precisa ouvir cada detalhe Em ambientes profissionais, ouvir “alto” não é suficiente, é preciso ouvir com qualidade. Os modelos da Xtreme são desenvolvidos com tecnologias que priorizam: equilíbrio entre graves, médios e agudos clareza vocal e instrumental definição em diferentes camadas da música resposta precisa em todas as frequências Alguns modelos mais avançados utilizam múltiplos drivers internos para distribuir melhor o som e garantir maior fidelidade sonora . Isolamento que melhora a performance (e protege a audição) Outro ponto importante é o isolamento acústico. Ao reduzir o som externo, o músico não precisa aumentar excessivamente o volume para se ouvir, o que contribui para: maior conforto durante apresentações melhor controle da performance preservação da saúde auditiva Esse é um ponto essencial para quem passa horas exposto a ambientes ruidosos, como palcos e estúdios. Um equipamento pensado para rotina profissional Os fones in-ear profissionais não são apenas sobre som, são sobre consistência e confiança. Por isso, são amplamente utilizados por artistas e profissionais que precisam de estabilidade em cada apresentação. A própria Xtreme é referência nesse segmento no Brasil, sendo utilizada por diversos músicos e cantores reconhecidos . A Auris ampliando sua atuação no cuidado auditivo A relação entre som, tecnologia e saúde auditiva é direta, especialmente para quem trabalha com música. Ao trazer os fones da Xtreme para seu portfólio, a Auris amplia seu cuidado para além da reabilitação auditiva, passando também a atuar na prevenção e na qualidade da escuta. Isso significa oferecer não apenas produtos, mas também: orientação profissional acompanhamento adequado suporte na escolha do modelo ideal Ouvir bem também é trabalhar melhor Para músicos e profissionais do áudio, ouvir bem impacta diretamente a performance, a segurança e a qualidade do trabalho. Investir em equipamentos adequados não é apenas uma escolha técnica, é uma forma de cuidar da própria carreira e da saúde auditiva ao longo do tempo. Agende seu teste com essa novidade da Auris!